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Em 1930, Bom Jesus do Itabapoana já tinha a zona boêmia de prostituição

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A "zona de meretrício", que perdurou até o início da década de 1990, iniciou suas atividades aqui na década de 1920, pois em 1930 ela era um "problema" a ser solucionado pela autoridade policial da época. S egue em construção, os cenários e o enredo que vai te levar a uma viagem no tempo, na Bom Jesus do Itabapoana nos anos de 1930 e 1935.

Em algum momento na década de 1930, o centro de Bom Jesus do Itabapoana

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E stá em fase inicial de construção, uma produção do canal Itabapoana TV que abordará os reflexos políticos e sociais ocasionados pela Revolução de 1930, quando Getúlio Vargas chegou ao poder, sob a ótica de um personagem central deste enredo aqui em Bom Jesus do Itabapoana. Osório Carneiro.

De 43 construções históricas do Centro de Bom Jesus do Itabapoana, só uma está perservada por lei

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S omente o Cine-teatro Monte Líbano está protegido por tombamento provisório, decretado em 2003 no Instituto Estadual do Patrimônio Histórico, Arqueológico e Cultural do Rio de Janeiro (INEPHAC-RJ), os demais 42 imóveis são preservados pelos próprios proprietários.

O monumento, deveria homenagear 23 desbravadores

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B om Jesus do Itabapoana conta com quase 600 km² de território, formado por seus distritos e subregiões rurais no entorno dos vilarejos, e desde a primeira metade do século XIX que a história de Bom Jesus do Itabapoana teve seu surgimento em simetria entre a sede do município e seus distritos atuais, exceto Usina Santa Maria e Serrinha, que não foram desbravados ou explorados no século XIX pelos fazendeiros bom-jesuenses, portanto, se é para erguer ou criar um monumento em homenagem aos fundadores do município, que seja entre todos os personagens que construiram nossa história.

Interpretando Padre Mello, nos primórdios de Bom Jesus do Itabapoana-RJ | capítulo 10

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D epois de nove abordagens sobre os erros e econtradições de Padre Mello, na tentativa de construir a narrativa dos fatos na fundação do Patrimônio do Senhor Bom Jesus, fica fácil compreender porque o prefeito Zezé Borges não aderiu a proposta do vigário português

Interpretando Padre Mello, nos primórdios de Bom Jesus do Itabapoana - capítulo 9

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A lém das contradições já elencadas nos artigos anteriores, Padre Mello cometeu erros primários em alguns de seus artigos, e o equívoco central de sua pesquisa foi separar a história de Bom Jesus do Itabapoana dos seus distritos, pois desde os primórdios, que todos os atuais distritos estiveram no mesmo contexto histórico da sede do município.

Interpretando Padre Mello, nos primórdios de Bom Jesus do Itabapoana-RJ | capítulo 8

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A lém das três versões abordadas no capítulo 6 desta série de artigos ( AQUI ), Padre Mello ainda relata uma quarta versão, no qual ele mesmo desconsidera ser a verdadeira origem da fundação do Patrimônio do Senhor Bom Jesus, mas nela, ele nos dá nossa história, mesmo que involuntariamente, ou a contragosto

Interpretando Padre Mello, nos primórdios de Bom Jesus do Itabapoana-RJ | capítulo 7

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F rancisco das Chagas de Oliveira França, era mineiro!

Interpretando Padre Mello, nos primórdios de Bom Jesus do Itabapoana - capítulo 6

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D ois documentos do século XIX, contradizem frontalmente a versão de Padre Mello, sobre a fundação do patrimônio do Senhor Bom Jesus entre 1857 e 1859 Na imagem acima, a Capela de Santa Rita retratada em 1875, e que foi erguida pelo Tenente Francisco das Chagas de Oliveira França em 1851.

Interpretando Padre Mello, nos primórdios de Bom Jesus do Itabapoana | capítulo 5

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É lcio Xavier estava certo, quando disse que "Padre Mello nos deu nossa própria história", equivocado foi quem tomou seus artigos como se ela, nossa história, estivesse pronta naqueles manuscritos publicados no jornal A Voz do Povo na década de 1930.

Permanece sem comprovação, a titularidade das terras de Antônio Silva Neném em Bom Jesus do Itabapoana

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C om a máxima vênia, o respeitável jornal O Norte Fliminense não está interpretando os documentos e fatos históricos com clareza F oi publicado neste sábado, dia 30 de dezembro de 2023, no blog do jornal O Norte Fluminense ( AQUI ), o documento que EM TESE, seria o título de terras, ou a declaração sobre a titularidade das terras de Campo Alegre, que consistia em uma pequena área entre a rodoviária e a praça Governador Portela, em favor de Antônio José da Silva Neném. O que está apresentado na matéria são as declarações sobre a titularidade de Neném sobre as terras de SANTA LUZIA, na margem capixaba do rio Itabapoana, em Apiacá, entre Santa Isabel e Carabuçu, conforme já informado tanto por Padre Mello, como pelo saudoso desembargador/historiador Antônio Isaías da Costa Abreu, "que depois da morte de Germano da Silva, filho de Neném, ele foi para sua propriedade em Santa Luzia e a vendera a Antônio Gomes Guerra, seguindo posteriormente para Piúma". U m detalhe histórico talv...

O grande mistério, desvendado através de Padre Mello

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Por décadas mantém-se a indagação acerca do local onde foi edificada a primeira casa do patrimônio do Senhor Bom Jesus em 1850, pelo Alferes Francisco da Silva Pinto, segundo a historiadora Maria Aparecida Dutra Viestel, esta teria sido erguida onde hoje se localiza a antiga residência de Pedro Gonçalves da Silva, tendo sido reformada e o segundo piso construído no inicio do século XX. Segundo relato de Vigário Português, contido no livro "Padre Mello, prosa e verso", da coleção "Paginas Memoráveis de Bom Jesus do Itabapoana", organizado por Delton de Mattos, a primeira edificação de alvenaria de Bom Jesus, é esta no alto da imagem editada com o trecho do livro. Esta fotografia foi registrada na final do século XIX, pertence ao acervo do Monsenhor Francisco Apoliano e sob curadoria de Edino Apolinário, quando o imóvel funcionava como hotel, e este se localizava na parte alta da praça Governador Portela, quase ao lado de onde hoje está o Big Hotel, que foi erguido...

Antônio José da Silva Neném, e sua intrigante passagem em Bom Jesus do Itabapoana

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Segundo me foi relatado há algum tempo, temos entre historiadores, historiadoras e memorialistas de BJI, uma pessoa que tem uma cópia daquilo que seria o título de posse das terras do Campo Alegre em nome de Antônio José da Silva Neném, e que o documento não havia tornado público para evitar um debate direto com a tese do desembargador, não obstante, um fato histórico põe em cheque a autenticidade dete documento, não por parte de qualquer ato da pessoa que o detém, mas sim por conta do próprio Antônio José da Silva Neném. Em 1825 , o Imperador Dom Pedro I REVOGOU a Lei de Sesmarias que regulamentava os registros de terras no Brasil, desde quando ainda era colônia de Portugal, e somente em 1850 que Dom Pedro II instituiu a a Lei de Terras, que regulamentava as transações das propriedades através dos Cartórios Paroquiais. Segundo um memorialista de Itaperuna, cujo nome me foge da memória, durante o período entre 1825 e 1850 houve um grande movimento de invasões de terras...

Os patriarcas, da sociedade bom-jesuense

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Os doze desbravadores que formalizaram a fundação o Arraial do Senhor Bom Jesus em 1857, representam os troncos familiares que edificaram as bases da sociedade bom-jesuense, juntos com os negros escravizados e índios Purís aculturados, que até hoje, 166 anos depois, esses sobrenomes junto com outros desbravadores deste período, como Oliveira França, Chaves, Dutra e Gonçalves, estão presentes em todos os setores e camadas de nossa sociedade. Outro aspecto relevante a ser observado, é que, desde os primórdios que a história de Bom Jesus do Iabapoana foi edificada em conjunto entre os distritos de Rosal (1852), Calheiros (1840), Barra do Pirapetinga (1855), Pirapetinga (1864) e Carabuçu (1855), e a sede do município (1857). Dos doze fundadores do Arraial do Senhor Bom Jesus, quatro eram da Barra do Pirapetinga, um de Pirapetinga e dois de Carabuçu.

A vida e as faces, de um artista genial, serão apresentadas em detalhes

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I mpossível produzir em um só longametragem, para tanto, teremos uma minissérie sobre a vida e as obras de Raul Travassos

A alquimia da Cia Corre Coxia, que transforma o brega em chique

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O musical "Eu te amo, nosso amor é brega e daí?" arrebatou o grande público, que compareceu nas quatro apresentações em duas noites memoráveis na casa de shows Deck Lounge

Um raro registro na Serra do Quincas Reis, que serve de alento e alerta

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A pesar do registro fotográfico constar apenas um indivíduo, as testemunhas avistaram um bando com aproximadamente seis adultos, e alguns filhotes O saguí-da-serra-claro, na Serra do Quincas Reis | foto: Vinícius Borges P ai e filho, Vinícius Borges, fotógrafo, e Vítor Borges, aspirante a ambientalista, estavam em expedição na área de proteção permanente do reservatório da PCH Pirapetinga, um pouco acima da Ponte da Lagartixa na subida da Serra do Quincas Reis, na Barra do Pirapetinga, quando aivstaram a movimentação de primatas assustados com o barulho da motocicleta, mas um dos integrantes do bando foi capturado pela lente precisa do fotógrafoVinícius . T rata-se de um registro raríssimo para nossa região, pois a espécie fotografada, o saguí-da-serra-claro, é originário da mata-atlântica e vem sendo dizimado por outra espécie de saguí invasora, o saguí-de-tufo-branco, que tem considerável população no bairro Santa Rosa, há apenas 12 km onde foi registrado o saguí-da-serra-claro, na m...

Ainda em 1895, o porto fluvial de Limeira do Itabapoana funcionava com transporte de passageiros

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S egundo dados historiográficos, a desativação do porto de Limeira do Itabapoana teria se dado em 1888, com o início das atividades da estação ferroviária de Santo Eduardo.

Nas terras da Fazenda Monte Verde, o primeiro assassinato da história na região

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U m fato marcante faz da história desta fazenda, ainda mais relacionada com a história dos primórdios de Bom Jesus do Itabapoana, mais precisamente no ano de 1844. Imagem histórica da Fazenda Monte Verde, extraída da página/Facebook "Rancho Kim-Kim" E m 1842, foi o ano da chegada do mineiro Antônio José da Silva Neném nas terras onde hoje se localiza a região entre a rodoviária, a ponte do centro e a praça Governador Portela, em Bom Jesus do Itabapoana, desmantando o local e cultivando pequena lavoura para subsistência, junto com ele e sua familia, outras duas outras famílias, que segundo relatos históricos, esses viviam da pesca e da caça. No mesmo ano, o filho mais velho de Silva Neném, Germano da Silva, invadia as terras pertencentes a Fazenda Monte Verde de propriedade de Antônio Dutra Nicácio, em Natividade do Cartangola, atualmente na região rural de Bom Jesus do Querendo, distrito de Natividade-RJ. E m 1844, Germano da Silva é assassinado a tiros nas terras da Fazenda ...

A Fazenda Monte Verde, que une a história de duas "Bom Jesus"

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L ocalizada no entorno rural de Bom Jesus do Querendo, distrito de Natividade, a histórica fazenda tem relação direta com Bom Jesus do Itabapoana *Imagem extraída da página/Facebook "Rancho Kim-Kim". S egundo pesquisa realizada pelo memorialista calçadense Sebastião Tatagiba, a Fazena Monte Verde foi edificada pelo casal Antônio Dutra Nicácio e Maria Vitória de Jesus ( Sobre ela, clique aqui ), por volta de 1830, não sabendo informar se o casarão da imagem acima é o mesmo original, ou se foi erguido posteriormente, fato é que, tanto Antônio como Maria Vitória, são parentes de outros personagens que desbravaram Pirapetinga e Carabuçu, distritos de Bom Jesus do Itabapoana. A ntônio Dutra Nicácio é irmão de Fernando Antônio Dutra, que chegou no Vale do Pirapetinga em 1822 junto com seu cunhado, o Alferes Francisco da Silva Pinto, que era o donatário de praticamente todo território de Bom Jesus do Itabapoana, e Maria Vitória de Jesus é irmã do Padre Germano Gonçalves da Silva Xav...