Postagens

Mar, à vista!

Imagem
C om percurso de aproximadamente 6,5 km e altitude máxima de 1140 metros acima do nível do mar, quem encarar o desafio será contemplado com uma panorâmica espetacular, em uma montanha que possibilita avistar o Oceano Atlântico. L ink para inscrição: https://www.even3.com.br/auxcheckout/redirect?urlEvento=1-desafio-caminhada-a-montanha-da-pedra-branca-de-pirapetinga-474447&idIngresso=502387&lang=pt N este link, você acessa ao grupo/WhatsApp criado para contato com a organização e os participantes: https://chat.whatsapp.com/Itqffav8l9I0sUrqmkvPLI

Inscrições abertas, para o 1º Desafio da pedra Branca de Pirapetinga-BJI

Imagem
N ovidade na programação da Festa de Pirapetinga 2024, subida na montanha da Pedra Branca gera expectativas entre montanhistas e apreciadores da natureza, em conhecer o ponto mais alto o Vale do Itabapoana com panorâmicas espetaculares.

A 1100 metros acima do nível do mar

Imagem
No último platô antes da chegada ao topo da Montanha da pedra Branca de Pirapetinga-BJI, temos uma visão formidável, e com múltiplas identificações, conforme detalhado na imagem.

Mar, à vista!

Imagem
Q uantos pontos de altitude em nosso contexto regional, é possível avistar o mar a olho nu? 

Memórias da "Montanha Encantada" de Pirapetinga-BJI - por Olandim Sueth

Imagem
"A subida ao pico da Pedra Branca é uma experiência intensa, maravilhosa e emocionante, marcada por uma mistura de esforço físico extremo, expectativa e a conexão necessária com a natureza. A cada passo naquela trilha íngreme, os músculos das pernas trabalham arduamente e a respiração se torna pesada. A paisagem ao redor muda gradualmente, com a vegetação se tornando mais densa e o ar mais fresco à medida que ganhamos altitude. Quando finalmente alcançamos o cume, uma sensação de conquista toma conta da gente. O vento frio no alto da Pedra Branca é cortante, fazendo a pele arrepiar e as roupas tremularem como as bandeiras no Maracanã antigo em dia de clássico carioca. Ao avistar o distrito de Pirapetinga, partes das cidades de Itaperuna e Bom Jesus, e dos distritos deste, Calheiros e Rosal, além do Arraial Novo, um sentimento de maravilha e pequenez se mistura, ao contemplarmos a vastidão da vista panorâmica. A beleza do horizonte, com as casas pequeninas e a paisagem natural, é u

As conchas do Itabapoana

Imagem
A s conchas não são exclusividade do mar, elas também estão presentes nos rios e elas são importantes bioindicadores da qualidade da água, e no rio Itabapoana temos muitos pontos em que elas aparecem em grande quantidade.  A s imagens que ilustram esta nota, são de conchas fotografas na trilha da cachoeira da Fumaça de Calheiros-BJI, no trecho final do percurso, nos dando o atestado da excelente qualidade da água do rio Itabapoana na região Serrana-BJI, pois existem outros pontos com quantidade considerável de conchas nas margens do rio. Segundo  o geólogo e pesquisador da Universidade Federal de Roraima (UFRR) Vladimir de Souza, " os moluscos dentro desses invólucros são inofensivos à saúde e o aparecimento deles indica que a água está em boas condições ambientai s." N o painel de fotografias desta publicação, temos quatro imagens das conchas existentes na trilha da Cachoeira da Fumaça de Calheiros, todas com a mesma coloração marrom e branca, já no alto a esquerda do paine

O mais destacado, entre todos os cartões postais bom-jesuenses

Imagem
B om Jesus do Itabapoana tem diversas paisagens que estão no acervo dos "cartões postais", tornando símbolos do desenvolvimento turístico, mas nem todos são destacados, na verdade, a maioria é ignorada. O s cartões postais bom-jesuenses mais conhecidos e divulgados, são o Lago José Neves, a Matriz do Senhor Bom Jesus, a Matriz do Senhor Bom Jesus Crucificado e do Imaculado Coração de Maria, o Santuário de Aparecidinha, a Capela de São Geraldo na Serra do Cachoeirão, a praça Alzemiro Teixeira em Rosal, e as Cachoeiras da Perpétua e da Fumaça em Calheiros. Não obstante, o mais destacado entre todos os cartões postais jamais foi divulgado, e praticamente é desconhecido pela maioria absoluta da população bom-jesuense, no caso, a montanha da Pedra Branca de Pirapetinga, que é única por ser avistada a distância e de outros municípios, como Bom Jesus do Norte, Apiacá e Itaperuna. A imagem que ilustra esta nota, foi registrada na tarde de 20 de junho de 2024, em frente ao IFF Campus

Memórias, da grande fazenda

Imagem
A Fazenda do Bonito foi uma das maiores forças econômicas da região Serrana-BJI, fundada por volta de 1865 por João Catarina, posteriormente vendida ao farmacêutico prático Fernando Costa. F ernando Costa criava serpentes venenosas em cativeiro na fazenda, extraía o veneno delas e enviava ao Instituto Butantã, que enviava o soro antiofídico para Fernando Costa aplicar nas pessoas que eram picadas pelas serpentes. Depois de sua morte a fazenda foi vendida e as serpentes criadas em cativeiro foram soltas nas matas do entorno da propriedade, com relatos até hoje da grande quantidade de serpentes venenosas na região do entorno da Fazenda do Bonito. A preciosa imagem que foi extraída do Museu da Imagem de Pirapetinga-BJI  e submetida ao processo de restauração e colorização por IA , nela aponta que já em 1910, a Fazenda do Bonito já exercia forte atividade pecuarista, com o curral a frente do casarão tomada por bovinos, e a montanha atrás do casarão convertido em pastagem.

Detalhes da grande fazenda no passado

Imagem
A mítica Fazenda das Areias foi uma das maiores potências econômicas da região Serrana-BJI, no qual hoje só resta algum fragmento do casarão e o terreiro de café, em imagem registrada a partir de janeiro de 1958, que foi o mês e ano do lançamento da Toyota Bandeirante no Brasil, conforme temos no detalhe o primeiro veículo estacionado.

Roberto Silveira - meteórico, popular e visionário

Imagem
Até o presente momento, no ano de 2023, não surgiu nenhum fenômeno popular no estado do Rio de Janeiro como Roberto Teixeira da Silveira, o “Governador Roberto Silveira”. Sua história é impactante desde a sua primeira eleição em 1947, e em seu tempo, no Brasil somente três grandes líderes populares se equiparavam a ele, Juscelino Kubitschek, João Goulart e Leonel Brizola, e somente um o superava, Getúlio Vargas.

A história da Montanha Sagrada de Pirapetinga, protagonizada por moradores do vilarejo

Imagem
P ersonagens de gerações distintas, contarão histórias e experiências vividas no entorno da Pedra Branca de Pirapetinga, com os mais antigos manifestando seus testemunhos e os jovens prestando reverência ao patrimônio, que é norteadora da identidade cultural dos moradores do quinto distrito.

Bom Jesus do Itabapoana, no TRF 2

Imagem
D r. Alfredo Hilário de Souza, bom-jesuense que é honra e glória de Pirapetinga, nosso encantador 5° distrito, é nomeado pelo presidente da República. Depois de brilhante carreira advocatícia e como membro gestor da OAB seccional do RJ, ele agora ocupa a função de desembargador federal do TRF2, o Tribunal Regional Federal da segunda região, no caso nos estados do RJ e ES.

O artesanato em Pirapetinga, com a argila da montanha e sua coloração marcante

Imagem
N a primeira sessão de gravações do documentário sobre a Pedra Branca de Pirapetinga, fui contemplado cm dois presentes preciosos, um livro e uma imagem de Nossa Senhora do Café do Brasil, trabalhada em argila vermelha.

A "Giganta", de Iracema Seródio Boechat

Imagem
A magistral poetisa pirapetinguense não se referia a montanha sagrada sob a ótica geográfica, não se referiu ao monumento natural.

A construção coletiva, para enredar a relação da vila com o patrimônio natural

Imagem
A deia, é demonstrar que a energia da Pedra Branca entre os pirapetinguenses, transcende por gerações, abordando diferentes experiências e vivências com a "montanha sagrada" de Pirapetinga de Bom Jesus do Itabapoana.

Do caminho da Pedra Branca, a proximidade entre Campos dos Goytacazes e Mimoso do Sul

Imagem
N o alto e ao longe, percebemos a proximidade entre os municípios de Campos dos Goytacazes-RJ e Mimoso do Sul-ES, através de dois monumentos naturais em destaque no meio desta fotografia. N o lado direito temos a Pedra do Garrafão, ou como denominavam os indígenas Coroados, a "Pedra Camapoã", localizada em Santo Eduardo, distrito de Campos dos Goytacazes. No lado esquerdo bem próximo a Pedra Camapoã, ou Pedra do Garrafão, está a serra de São Pedro do Itabapoana, distrito de Mimoso do Sul-ES. Entre os dois monumentos destacados, passa o rio Itabapoana como marco divisor dos estados RJ e ES. I magens registradas no caminho da Pedra Branca, a aproximadamente 500 metros de altitude.

Na próxima produção do Itabapoana TV, a "Giganta de Pirapetinga" será a protagonista

Imagem
E m seu entorno está maior reserva nativa de Mata Atlântica do Vale do Itabapoana, em sua base nascem três das quatro cachoeiras de Pirapetinga, é o ponto de altitude mais alto do Vale do Itabapoana, e ainda, ela tem um poema de Iracema Seródio Boechat. Indiscutivelmente, é o mais destacado patrimônio natural de Bom Jesus do Itabapoana. O SONO DA GIGANTA Pedra Branca, giganta verde e altiva, Ergue seu tronco para o firmamento. Parece ausente em nosso pensamento Mas, na emoção, é sempre rediviva. Chegada a noite, em trevas, solitária, Percebemos da aldeia a sua nostalgia. Com as estrelas por manto, luzidias, Dorme tranquila em relva verde e rara. Raia a manhã. Nevoeiro triste a encobre. Seu ar de noiva parece, assim, mais nobre. E em delicado véu ela observa o além. Não sei qual a mais só, pobre giganta: Você na solidão que desencanta, Eu, a esperar o sonho que não vem. Iracema Seródio Boechat

A "Pedra Elefantina", avistada na trilha da Pedra Branca de Pirapetinga-BJI

Imagem
U m dos mais conhecidos monumentos naturais do noroeste fluminense e Zona da Mata mineira, sendo 70% pertencente a Antônio Prado de Minas-MG e 30% da área pertencente a Porciúncula-RJ S egundo a Wikipédia, o Pedra Elefantina tem 999 metros de altitude e é o segundo maior monolito maciço de granito no mundo, se localizando próxima da rampa de voo livre de Ponciúncula.   E ste registro fotográfico da Pedra Elefantina, foi realizado na manhã de sexta-feira, 24/05/2024, na trilha da Pedra Branca de Pirapetinga-BJI, na altitude de 925 metros acima do nível do mar, e bem distante do topo que deve ultrapassar os 1.200 metros de altitude.

22 de maio, dia de Santa Rita de Cássia, a primeira padroeira de Bom Jesus do Itabapoana

Imagem
F oi em 1851, um pouco depois ou um pouco antes, que o Tenente Francisco das Chagas de Oliveira França ergueu a primeira capela da história de Bom Jesus do Itabapoana, e muito provavelmente de todo Vale do Itabapoana. M esmo com o a instituição do Patrimônio do Senhor Bom Jesus dos Mathosinhos, entre 1850 e 1855, a devoção à Santa Rita permaneceu, e permanece, consolidada cento e setenta e três anos depois, chegando a ser constituída como "co-padroeira" da Paróquia do Senhor Bom Jesus pela Diocese de Campos dos Goytacazes em 2016.  N o Mutum de Cima a devoção à Santa Rita de Cássia mobiliza a comunidade tradicionalista, com a programação das celebrações e festejos a padroeira neste dia 22/05, promovido pela Paróquia Pessoal do Senhor Bom Jesus Crucificado e do Imaculado Coração de Maria.

Era um período, que até os padres andavam armados

Imagem
D ia 13 de maio de 2024, as 20:00 O movimento abolicionista em todo planeta se deu no início do século XIX, na Europa com a França em 1802 e posteriormente a Inglaterra em 1808, ano em que o tráfico internacional de africanos foi proibido e coibido, na América do Sul a Argentina aboliu a escravatura em 1813, no Chile em 1823, Uruguai em 1842, Paraguai em 1869, e na América do Norte os EUA em 1863. O desbravamento do noroeste fluminense e do Vale do Itabapoana, se iniciou em um período em que o Brasil já vivia sob forte pressão para abolir a escravidão, tornando o ambiente conflituoso e com diversos movimentos revoltosos de escravizados em todo país, e aqui não foi diferente com a região serrana envolvendo os atuais municípios de Natividade, Porciúncula, Varre-Sai e Bom Jesus do Itabapoana, sendo a que mais se registrou fugas e assassinatos entre escravizados e fazendeiros se comparada com as demais sub-regiões do noroeste fluminense.