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A genética puri, está entre nós!

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Zeferina Campos, foi uma índia puri que vivia em uma tribo em Rosal até 1880, quando foi capturada para se casar com o jovem português Domingos Campos, que detinha grandes extensões de terras entre Santa Rita da Prata (Varre-Sai) passando por Santa Clara e Purilandia (Porciúncula).

Em breve, o registro histórico do Carnaval BJI em 1988

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O canal ItabapoanaTV está trabalhando em um material histórico, com registros do Carnaval de Bom Jesus do Itabapoana em 1988, extraídos do canal YouTube "ABCapixaba", com as apresentações dos blocos Peru Encarolado, Toa Toa, e o lendário Clube Recreativo Escola de Samba Tupy.

Sobre o início do desbravamento, temos uma dúvida, e alguns indícios

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São quatro, as principais fontes de pesquisas que alimentaram os documentários sobre a trilogia da história de Bom Jesus do Itabapoana, e desses, três atestam que foi em 1822 que o Alferes Francisco da Silva Pinto chegou no Vale do Itabapoana pelo Vale do Pirapetinga, junto com seu cunhado, o Guarda-mor Fernando Antônio Dutra, e um defende que ele tenha chegado em 1825.

O mistério histórico, guardado no "solar do Minotauro"

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A ruína hidráulica da Cachoeira Santa Rosa, teve sua obra iniciada em uma Festa de Agosto, 15/08/1915, e foi concluída em 1919.

A última senzala, ainda totalmente preservada

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Este prédio histórico pertence ao conjunto arquitetônico da Fazenda Matinhos, que se localiza entre Serrinha-BJI e Boa Ventura/Itaperuna, suas terras abrangem os dois municípios, e durante os séculos XX e XXI ele funcionou como depósito dos grandes tonéis de carvalho, com capacidade para quase 50 mil litros, que envelhecia a Cachaça Matinhos e depois a cachaça Velha Matinha, até 2015 quando realizou a última moagem.

O passado político do Tenente Chagas, antes de desbravar Carabuçu

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No Rio de Janeiro ele era considerado um "liberal exaltado", autalmente ele seria adjetivado como um "liberal radical", em Bom Jesus ele foi um fazendeiro devoto de Santa Rita de Cássia

Uma ocupação estratégicamente pensada, típica de um grupo de refugiados políticos

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A ocupação do Vale do Itabapoana, foi claramente coordenada e com o objetivo de se criar um cinturão de segurança, com os primeiros desbravadores ocupando as bordas a partir de 1822, e fundando os distritos de Calheiros em 1840, Rosal em 1852, Carabuçu em 1855, e o município capixaba de São José do Calçado em 1855, para depois fundar o Arraial do Senhor Bom Jesus em 1857.

Laços familiares, na ocupação do Vale do Itabapoana nos primórdios do século XIX

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Resta evidente, que todos os pioneiros que desbravaram a região, já se conheciam antes de chegarem por aqui.

Reserve sua agenda entre 11 e 14 de novembro, para celebrar os 160 anos da Paróquia do Senhor Bom Jesus

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A história da Igreja Católica em Bom Jesus do Itabapoana, se confunde com a própria história da fundação do município, com a devoção ao Senhor Bom Jesus iniciada em 1842, quando aqui chegou a comitiva liderada por Antônio José da Silva Neném, passando por 1851 com a construção da primeira capela por um dos desbravadores de Carabuçu, passando em 1857 com doze desbravadores do município custeando as terras que foram doadas ao patrimônio do Senhor Bom Jesus, até chegarmos em 1862, com a constituição da Paróquia do Senhor Bom Jesus, e a elevação do Arraial do Senhor Bom Jesus à Freguesia do Senhor Bom Jesus do Itabapoana.

#NenhumaPCHaMais! - Governantes do Vale do Itabapoana reagem, e suspendem a reunião de Juiz de fora-MG

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Maria Teresa Maya Caldeira , é chefe da Unidade Técnica do IBAMA-MG em Juiz de Fora, e muito provavelmente que ela não tinha ciência da dimensão do problema que acabara de chegar em seu setor, despachada pela Unidade Técnica do IBAMA-RJ na capital fluminense, pelo famoso Régis, o trapaceiro.

#NenhumaPCHaMais! - Samuel Júnior apresenta grave fraude no processo de licenciamento das PCH's Bom Jesus e Saltinho

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Régis Fontana Pinto , esse é o diretor do Ibama/Rio de Janeiro que está a serviço dos lobistas das PCH's Bom Jesus e Saltinho, ele contraria um relatório indiscutivelmente contundente que se manifesta contrário ao licenciamento de ambos os empreendimentos, e mesmo asism, ele "passou com a boiada", e despachou o processo para o Ibama/Juiz de Fora-MG.

Uma pedrada nos dragões que nos assombram, desferida pela Banda Estado de Sítio

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A banda alegrense, formada majoritariamente por bom-jesuenses e com mais de vinte anos de estrada, está em estúdio trabalhando seu terceiro disco, e nesta sexta-feira (21/10), eles lançaram o single "Distâncias" no Spotfy, dando luz a veia politizada nas letras e composições desde o primeiro albúm, "Aparências", com o enredo direcionado sem cerimônia aos assombros antidemocráticos que vivemos atualmente.

Um gigante bom-jesuísta, que construiu uma história de contornos épicos em BJI

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A vida e obra do Monsenhor Francisco Apoliano, é a nova produção da TVqueVocêSeVÊ/Cinemateca, em uma obra audiovisual de quase noventa minutos, que causará espanto a todos pela grandeza do personagem retratado, mas que se mantém no campo do esquecimento coletivo em virtude do forte preconceito enraizado em nossa sociedade, bastando observarmos que não existe nenhuma homenagem pública a um dos mais importantes personagens de Bom Jesus do Itabapoana.

Um barril de pólvora, chamado Bom Jesus do Itabapoana

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Após a partida de Padre Mello, Bom Jesus do Itabapoana mergulhou em uma profunda crise social com a ocorrência de graves conflitos entre setores da sociedade, no mesmo período em que vieram a disputas políticas viscerais entre os grupos de Zezé Borges e Gualthier Figueiredo, além do conflito de uma década entre o jornal A Voz do Povo e a Igreja Católica, seja com a Paróquia do Senhor Bom Jesus ou com a própria Diocese de Campos dos Goytacazes.

Como surge um momento histórico, em Rosal

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Despretenciosamente , promoveu-se um sarau memorável com pesos-peados da música popular bom-jesuense, fazendo de um encontro informal e improvisado um desfile de talentos da terra, que talvez, jamais imaginariam que músicos de distintas áreas de atuações convergissem suas agendas em uma quinta-feira a noite.

Um cartão de visita tentador, para os visitantes do próximo fim de semana

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A expectativa de grande público para o 10º Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal, entre 09 e 11/09, deveria ser alvo estratégico da secretaria de culura, turismo e urbanismo de forma que aproveitasse a  oportunidade mediante a presença de muitos turistas para mostrar nossas riquezas naturais na mesma região onde ocorrerá o evento.

Nilze Carvalho, cantora e instrumentista extraordinária, se apresenta no 10º Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal

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Com uma carreira celebrada nacional e internacionalmente, a artista que se apresenta na noite de sábado, 10/09 as 22:00h, conta com dezesseis discos em sua discografia com quatro iniciais enredados no choro, a série "Choro de Menina" que foi lançada entre 1981 e 1984. Fique por dentro em mais detalhes sobre Nilze Carvalho mo vídeo de apresentação abaixo.

Um timaço da música instrumental brasileira, para apresentar "Pixinguinha como nunca"

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Henrique Cazes terá a companhia de gigantes do naipe de Silvério Pontes, Marcelo Caldi e Carlos Malta, na apresentação que contará com um repertório inédito do aclamado "inventor da música brasileira", em espetaculo que estreou neste ano e que reserva a condição de uma das principais atrações do 10º Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal, podendo você conferir no vídeo abaixo, a reportagem do canal "Curta" sobre o lançamento do projeto "Pixinguinha como nunca".

Finalmente, PMBJI divulga a programação do 10º Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal

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A programação se mantém no mesmo nível se comparada as edições de 2018 e 2019, mas não com a 7ª edição, e muito menos com uma programação condizente com a festiva DÉCIMA edição, tanto que o festival agora mudou até de nome e ocultaram que se trata da 10ª edição, apenas se intitula como "Festival SESC Chorinho e Sanfona de Rosal.

A exuberância, das "Braúnas do Sacramento", que nos contempla com rara florada

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Talvez , seja a segunda mais relevante das árvores de madeira nobre em nossa região Serrana-BJI em seus primórdios, no período da ecnomia extrativista vividos na primeira metade do século XIX, como o jacarandá foi o mais destacado, e apesar de seriamente ameaçada de extinção, entre as regiões da Serra dos Carapinas/Caeira e Barra do Pirapetinga temos alguns exemplares que se constituem como verdadeiros monumentos históricos/naturais.