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O artesanato em Pirapetinga, com a argila da montanha e sua coloração marcante

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N a primeira sessão de gravações do documentário sobre a Pedra Branca de Pirapetinga, fui contemplado cm dois presentes preciosos, um livro e uma imagem de Nossa Senhora do Café do Brasil, trabalhada em argila vermelha.

A "Giganta", de Iracema Seródio Boechat

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A magistral poetisa pirapetinguense não se referia a montanha sagrada sob a ótica geográfica, não se referiu ao monumento natural.

A construção coletiva, para enredar a relação da vila com o patrimônio natural

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A deia, é demonstrar que a energia da Pedra Branca entre os pirapetinguenses, transcende por gerações, abordando diferentes experiências e vivências com a "montanha sagrada" de Pirapetinga de Bom Jesus do Itabapoana.

Do caminho da Pedra Branca, a proximidade entre Campos dos Goytacazes e Mimoso do Sul

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N o alto e ao longe, percebemos a proximidade entre os municípios de Campos dos Goytacazes-RJ e Mimoso do Sul-ES, através de dois monumentos naturais em destaque no meio desta fotografia. N o lado direito temos a Pedra do Garrafão, ou como denominavam os indígenas Coroados, a "Pedra Camapoã", localizada em Santo Eduardo, distrito de Campos dos Goytacazes. No lado esquerdo bem próximo a Pedra Camapoã, ou Pedra do Garrafão, está a serra de São Pedro do Itabapoana, distrito de Mimoso do Sul-ES. Entre os dois monumentos destacados, passa o rio Itabapoana como marco divisor dos estados RJ e ES. I magens registradas no caminho da Pedra Branca, a aproximadamente 500 metros de altitude.

Na próxima produção do Itabapoana TV, a "Giganta de Pirapetinga" será a protagonista

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E m seu entorno está maior reserva nativa de Mata Atlântica do Vale do Itabapoana, em sua base nascem três das quatro cachoeiras de Pirapetinga, é o ponto de altitude mais alto do Vale do Itabapoana, e ainda, ela tem um poema de Iracema Seródio Boechat. Indiscutivelmente, é o mais destacado patrimônio natural de Bom Jesus do Itabapoana. O SONO DA GIGANTA Pedra Branca, giganta verde e altiva, Ergue seu tronco para o firmamento. Parece ausente em nosso pensamento Mas, na emoção, é sempre rediviva. Chegada a noite, em trevas, solitária, Percebemos da aldeia a sua nostalgia. Com as estrelas por manto, luzidias, Dorme tranquila em relva verde e rara. Raia a manhã. Nevoeiro triste a encobre. Seu ar de noiva parece, assim, mais nobre. E em delicado véu ela observa o além. Não sei qual a mais só, pobre giganta: Você na solidão que desencanta, Eu, a esperar o sonho que não vem. Iracema Seródio Boechat

A "Pedra Elefantina", avistada na trilha da Pedra Branca de Pirapetinga-BJI

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U m dos mais conhecidos monumentos naturais do noroeste fluminense e Zona da Mata mineira, sendo 70% pertencente a Antônio Prado de Minas-MG e 30% da área pertencente a Porciúncula-RJ S egundo a Wikipédia, o Pedra Elefantina tem 999 metros de altitude e é o segundo maior monolito maciço de granito no mundo, se localizando próxima da rampa de voo livre de Ponciúncula.   E ste registro fotográfico da Pedra Elefantina, foi realizado na manhã de sexta-feira, 24/05/2024, na trilha da Pedra Branca de Pirapetinga-BJI, na altitude de 925 metros acima do nível do mar, e bem distante do topo que deve ultrapassar os 1.200 metros de altitude.

22 de maio, dia de Santa Rita de Cássia, a primeira padroeira de Bom Jesus do Itabapoana

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F oi em 1851, um pouco depois ou um pouco antes, que o Tenente Francisco das Chagas de Oliveira França ergueu a primeira capela da história de Bom Jesus do Itabapoana, e muito provavelmente de todo Vale do Itabapoana. M esmo com o a instituição do Patrimônio do Senhor Bom Jesus dos Mathosinhos, entre 1850 e 1855, a devoção à Santa Rita permaneceu, e permanece, consolidada cento e setenta e três anos depois, chegando a ser constituída como "co-padroeira" da Paróquia do Senhor Bom Jesus pela Diocese de Campos dos Goytacazes em 2016.  N o Mutum de Cima a devoção à Santa Rita de Cássia mobiliza a comunidade tradicionalista, com a programação das celebrações e festejos a padroeira neste dia 22/05, promovido pela Paróquia Pessoal do Senhor Bom Jesus Crucificado e do Imaculado Coração de Maria.

Era um período, que até os padres andavam armados

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D ia 13 de maio de 2024, as 20:00 O movimento abolicionista em todo planeta se deu no início do século XIX, na Europa com a França em 1802 e posteriormente a Inglaterra em 1808, ano em que o tráfico internacional de africanos foi proibido e coibido, na América do Sul a Argentina aboliu a escravatura em 1813, no Chile em 1823, Uruguai em 1842, Paraguai em 1869, e na América do Norte os EUA em 1863. O desbravamento do noroeste fluminense e do Vale do Itabapoana, se iniciou em um período em que o Brasil já vivia sob forte pressão para abolir a escravidão, tornando o ambiente conflituoso e com diversos movimentos revoltosos de escravizados em todo país, e aqui não foi diferente com a região serrana envolvendo os atuais municípios de Natividade, Porciúncula, Varre-Sai e Bom Jesus do Itabapoana, sendo a que mais se registrou fugas e assassinatos entre escravizados e fazendeiros se comparada com as demais sub-regiões do noroeste fluminense.

Em "Açoites e Revoltas", uma região selvagem e violenta

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A historiografia bom-jesuense quase nada aborda sobre os negros no período escravocrata N ão se tem registro no meio literário sobre as famílias que surgiram entre os escravizados, com sua forte identidade cultural, e que até hoje estão entre nós com relevantes papéis desempenhados ao longo de nossa história, famílias como Miranda, Cosme, Florêncio, e Rosa, são alguns exemplos da relevância do negro na construção de Bom Jesus do Itabapoana desde a primeira metade do século XIX. O objetivo desta obra é conectar o passado escravocrata de nossa região, com as diversas manifestações culturais e sociais do presente que vivemos, e que tem ligação ancestral com os escravizados de nossos primórdios. S egunda-feira, 13 de maio de 2024, as 20:00 h. #SomenteNaTVqueVocêSeVÊ

A população escravizada, nas regiões da bacia do Itabapoana e do Vale do Carangola, em 1873

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E ram 4.184 homens e mulheres escravizados, sem contar com os filhos que nasceram pós Lei do Ventre Livre, em 1871, mas que viviam no cativeiro junto com os pais. O documento "Inventário do patrimônio histórico e urbano de Varre-Sai", contém preciosas informações sobre a região no entorno de Bom Jesus do Itabapoana, priorizando o conteúdo no município de Varre-Sai, mas com abordagens históricas indiscutivelmente ricas para toda região envolvendo os municípios de Bom Jesus do Itabapoana, Porciúncula, Varre-Sai e Itaperuna.  E ste documento valioso é uma das fontes de pesquisa do novo documentário do canal Itabapoana, que está em produção e com a pretensão de ser lançado no dia 13 de maio próximo. "Segundo o censo de 1872, na Província do Rio de Janeiro, a Paróquia de Nossa Senhora de Natividade do Carangola, atualmente Itaperuna, Natividade e Porciúncula, tinha uma população livre de 3.803 entre homens e mulheres. A população escrava na soma geral era de 1832. Já na Paró...

O período escravocrata, em Bom Jesus do Itabapoana e região

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H istórias e vestígios, dos negros escravizados em Bom Jesus do Itabapoana e região, com abordagens históricas inquietantes sobre nossos primórdios. Em breve,  #SomenteNaTVqueVocêSeVÊ

Oscarina Gonçalves, em 24 de março de 2022 | Dona Agripina! Minha bisavó,

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"M ulher forte, filha de escravos, veio da África no ventre de sua mãe Honória e nasceu em Guaratinguetá-SP. Minha vó Azenir falava com esmero as histórias dos seus pais e principalmente da sua mãe, que comprou sozinha o pedaço de terra em Calheiros lavando roupa pra fora. Seu pai, José Miranda, ficou espantado com a "audácia " da esposa quando ela lhe disse: “A partir de hoje a gente não se muda mais, comprei nosso pedacinho de terra”. Mulher de fé, as mulheres dessa família são muito fortes mesmo! Ela foi escrava e se mudou de Guaratinguetá para a fazenda do Castelo, vulgo Guaçuí!! Por isso dona Zeni, todo ano tinha que ir a Aparecida do Norte. “Carina essa terra é minha, mamãe nasceu aqui, esse pedaço de chão é meu também.” Obrigada meu Deus pela minha ancestralidade e por minhas raízes! Ai Dona Zeni, só contei um pedacinho de toda história que você contava sempre… E dizia, Tenho orgulho de ser filha de José Miranda e Agripina, a mbos escravos no tempo do cativeiro!...

A primeira geração de bom-jesuenses, surgiu de dois casais

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A s famílias Figueiredo, Silva Pinto (D'Assumpção) e Dutra (Nicácio), constituídas em dois casais pioneiros de nossa história, geraram dezoito filhos que nasceram em solo bom-jesuense, entre Pirapetinga e Rosal, a partir de 1823. o Alferes Francisco de Assis Pinto de Figueiredo (esquerda), possivelmente  nascido entre 1830 e 1835,   filho de Francisco da Silva Pinto e Francisca de Paula Figueiredo (foto de  Fábio Martins Faria),  e Antônio Dutra (direita), nascido em 1898,  bisneto de Fernando Antônio Dutra e Theodora Maria D'Assumpção (blog do jornal O Norte Fluminense). O s dois casais são, Alferes Francisco da Silva Pinto e Francisca de Paula Figueiredo, e o Guarda-mor Fernando Antônio Dutra (Nicácio) e Theodora Maria D'Assumpção, esta, irmã do Alferes Francisco da Silva Pinto, o primeiro casal, Pinto/Figueiredo, se estabeleceu na Serra do Bálsamo, na fundação da Fazenda do Bálsamo em Rosal, e o segundo casal, Dutra/D'Assumpção, no Vale do Pirapetinga, e...

Padre Mello atesta, que Francisco da Silva Pinto e Francisca de Paula Figueiredo, chegaram aqui entre 1822 e 1825

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U m detalhe entre seus artigos sobre os primórdios de Bom Jesus do Itabapoana, nos dá a informação precisa, através de um dos filhos do Alferes Francisco da Silva Pinto e Francisca de Paula Figueiredo. D os sete filhos do casal Pinto Figueiredo, somente um nasceu em Ouro Preto-MG, o primogênito Carlos Pinto de Figueiredo que alçou a condição de comendador, os demais filhos e filhas do casal nasceram em solo bom-jesuense, na Fazenda do Bálsamo na região do alto-Rosal.  S egundo relatou Padre Mello sobre a primeira residência de alvenaria erguida em Bom Jesus, no ano de 1850, ele afirma que foi o filho do Alferes Silva Pinto que construiu a casa, Manoel Pinto de Figueiredo, e que este teria oitenta anos, ou mais, nos idos de 1910, nos levando a mensurar que ele teria nascido antes de 1830, pois se ele já tinha idade para comandar a construção da casa de seus pais em 1850, ele teria entre 20 e 25 anos. D os seis filhos do casal Pinto Figueiredo que nasceram em solo bom-jesuense, Manoe...

Francisco Apoliano, vive!

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D ia 08 de abril completa-se dezenove anos que o Monsenhor Francisco Apoliano nos deixou, fisicamente, pois seu legado religioso, político, social cultural e artístico, está constantemente presente entre nós. P ara falar sobre o Monsenhor Francisco, o convidado desta edição do Pauta Cultural é o amigo Edino Apolinário, curador do acervo histórico do personagem abordado. E m breve! #SomenteNaTVqueVocêSeVÊ

Está em produção, a segunda edição do programa "Pauta Cultural"

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A dilson Figueiredo, artista plástico, memorialista, curador, especialista em preservação patrimonial, e idealizador e proprietário do Cafezim Ateliê e Escola de Arte, que já tem dois anos de atividades multiculturais, é o convidado especial. O programa terá o mesmo formato da primeira edição, com a participação de Adilson Figueiredo sendo dividida em três partes, a primeira sobre o balanço dos dois anos do Cafezim, o segundo sobre a abertura da biblioteca e as atividades literárias, e a terceira, e mais polêmica, abordamos sobre preservação patrimonial, com as atenções voltadas ao prédio do Cine-teatro Monte Líbano e a fachada quase-centenária do Hospital São Vicente de Paulo. O programa ainda apresentará atrações variadas do acervo do canal Itabapoana TV, e sua estreia anda não tem data definida, mas será no transcorrer desta semana que se inicia. A baixo, temos a primeira edição do programa "Pauta Cultural", com a participação de Roulien Boechat:

Em nossos primórdios, éramos "itabapoanenses"

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A carta do Tenente Francisco das Chagas de Oliveira França, à câmara de vereadores de Campos dos Goytacazes em 1855, nos contempla com duas informações históricas indiscutivelmente relevantes A primeira informação histórica que veio à tona, foi a epidemia de cólera-morbus ocorrida em 1855, no qual Tenente Chagas instalou uma enfermaria em sua fazenda para cuidar da população pobre existente na época, sendo reconhecido por Major Porphirio Henriques com o primeiro benemérito do noroeste fluminense, salientando ainda que Francisco das Chagas de Oliveira França e sua esposa, tiveram atuação solidária destacada na epidemia de varíola que ocorreu entre 1873 e 1874. A segunda informação é mais relevante ainda, que diz respeito a denominação do povoado em seus primórdios, pois há quem sustentava que o nome "Campo Alegre" teria permanecido até1857, quando os "doze cotistas" fundaram o patrimônio do Senhor Bom Jesus, mas essa parte da história já foi demonstrada que é tota...

Um espetáculo memorável, que será reeditado em uma produção especial

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O show de Camila Marlière e Tibor Fittel na 2ª Flipir em 2019, trouxe músicas autorais do casal e poemas musicados de grandes nomes da literatura brasileira, como Mário Quintana, Fernando Pessoa, Ferreira Goulart, Cecília Meireles e a bom-jesuense de Pirapetinga-BJI, Iracema Seródio Boechat. N esta chamada, temos uma amostra do que está sendo cuidadosamente preparado pelo canal Itabapoana TV, no poesia musicada "Eu fiz um poema", de Mário Quintana, que você confere no vídeo que acompanha este texto.

O primeiro benemérito e a primeira epidemia da história, no tempo do patrimônio do Senhor Bom Jesus dos Mathozinhos

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T enente Francisco das Chagas de Oliveira França, era um altruísta dos primórdios do então povoado do Senhor Bom Jesus dos Mathozinhos, atualmente Bom Jesus do Itabapoana, conforme recorte extraído do livro "Terra da Promissão - história de Itaperuna", do Major Phorphirio Henriques. O recorte informa em 1855, sobre a epidemia de cólera-morbus que aplacou toda extensão do Aldeamento Jesuíta de Santo Antônio de Guarulhos, município de Campos dos Goytacases a qual o Patrimônio do Senhor Bom Jesus dos Mathozinhos pertencia, e o Tenente Chagas envia carta a Campos dos Goytacazes solicitando apoio médico para atender os pacientes que ele e sua família acolheram em uma enfermaria instalada em sua propriedade, a Fazenda Valão do Chagas, hoje a antiga Fazenda do Odilon Diniz. O livro sobre a história de Itaperuna nos oferece um dado histórico até então desconhecido de toda comunidade historiográfica de Bom Jesus do Itabapoana, pois antes tínhamos conhecimento como a primeira epidemi...

Uma obra formidável, que narra a história de quase todo Noroeste Fluminense

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O livro "Terra da Promissão - história de Itaperuna", é um documento valioso que foi construído por décadas pelo Major Porphirio Henriques, cuja obra foi concluída pelo autor em 1938, e lançada pelo seu filho, o jornalista Jary Henriques em 1956, dois anos após o falecimento do pai, que nasceu em fevereiro de 1868. P orphírio Henriques viveu mais da metade do que ele narra em seu livro, e conviveu com desbravadores, ou "bandeirantes" como ele usa a termologia", que vieram de Minas Gerais para colonizar o solo do noroeste fluminense, podendo nós, observarmos que na obra cita os três pioneiros, que vieram ocupando pelas vertentes hídricas de três regiões, o Vale do Muriaé por José Ferreira Cêsar, consistindo nos povoados de Laje do Muriaé, Retiro do Muriaé e Comendador Venâncio, o Vale do Carangola por José de Lanes Dantas Brandão, consistindo nos povoamentos de Natividade, Porciúncula, Varre-Sai, Itaperuna e São José de Ubá, e o Vale do Itabapoana pelo Alferes ...